quinta-feira, 8 de julho de 2010

domingo, 27 de junho de 2010

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Faróis portugueses


Os pontos de referência para mostrar a posição são uma necessidade para os navegadores. De dia, uma marca inconfundível na costa. De noite, uma luz que avise e afaste dos perigos ou que denuncie um abrigo das intempéries.O mais antigo farol de que se tem notícia é considerado uma das sete maravilhas do mundo. Ficava na ilha de Pharos frente a Alexandria no Egipto, derivando daí o nome de farol. Mandado construir cerca 300 A.C. por Ptolomeu Filadelfo, a obra em mármore branco, de Sóstrato de Cnidos, tinha 135 m. de altura (cerca de 3x o tamanho dos actuais!) e podia ver-se a sua luz a cerca de 100 Km, o que faria dele hoje em dia o mais potente farol. Esta construção, que serviu de modelo a muitos outros na antiguidade, foi destruída por um sismo em 1326.A seguir aos Fenícios e Gregos, os Romanos construíram faróis por todo o seu império, desde o farol de Bolonha, na Gália, a "Turris Ordens" ainda de pé no séc. XVI, até à "torre de Hércules", na Corunha, na costa NW de Espanha. Este, construído durante o reinado de Trajano (98 a 117 D.C.) e reconstruído em 1663, é considerado o farol mais antigo em funcionamento.Entre os séc. XII e XV construíram-se alguns faróis como o de Meloria (1157) e Magnale (1163) em Itália; no séc. XIII o de St.Edmund Chapel em Norfolk, Inglaterra; e os de Dieppe e Cordouan em França no séc. XIV.